Jacinta Marto

Jacinta nasceu em Aljustrel, Fátima, a 11 de Março de 1910. Foi baptizada em 19 de Março de 1910. Adoeceu em Dezembro de 1918 com febre pneumónica, foi internada no Hospital de Vila Nova de Ourém e por fim em Lisboa, no Hospital de D. Estefânia, onde faleceu no dia 20 de Fevereiro de 1920. O corpo foi trasladado do cemitério de Vila Nova de Ourém (no jazigo do Barão de Alvaiázere), para o cemitério de Fátima, a 12 de Setembro de 1935, data em que a urna foi aberta, constatando-se que o corpo se manteve sem grandes sinais de decomposição. A 1 de Maio de 1951, a urna foi levada para a Basílica do Santuário.

Além das 5 Aparições da Cova da Iria e 1 dos Valinhos, Nossa Senhora apareceu a Jacinta mais 3 ou 4 vezes (contudo esta informação não é consensual, uma vez que diverge em diversas fontes): na igreja matriz de Fátima, em casa, no orfanato de Nossa Senhora dos Milagres (em Lisboa) e no Hospital D. Estefânia.

No poço do Arneiro e no Cabeço teve uma visão do Santo Padre.

A sua vida, bem como a dos outros dois videntes, foi caracterizada pelo espírito de sacrifício, pela prática de mortificações e pelas constantes orações, que dedicavam com amor a Deus, para a reparação do Coração Imaculado de Maria e para a salvação dos pecadores. Jacinta sentia um especial fervor e devoção ao Santo Padre, que incluía sempre nas suas orações.

Várias pessoas descrevem-na como uma menina fisicamente harmoniosa, delicada, alegre e gentil. Na altura das aparições da Nossa Senhora, em 1917, Jacinta tinha 7 anos, não conseguia falar com a Nossa Senhora, mas ouvia-a e via-a (apenas Lúcia conseguia falar com a Senhora).

Foi beatificada a 13 de Maio de 2000 por João Paulo II.

| Casa dos pais de Francisco e Jacinta Marto

Texto de autoria de Daniela Marto